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Festival Internacional de Blues - Gaia'08 1 Ano, 12 Meses atrás
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Douro Blues 2008
arranca nesta sexta-feira
Um cartaz de nomes de vários países e um novo formato de 4 dias com 6 concertos, incluindo 2 grátis e ao ar livre, marcam a nova edição do Douro Blues que arranca já na próxima sexta-feira.
Chris Jagger e Shemekia Copeland são os cabeças-de-cartaz do Douro Blues – Festival Internacional de Blues de Gaia deste ano.
O evento tem agora um formato diferente, com os quatro concertos dos dois primeiros dias a decorrerem no Auditório Municipal, nos próximos sexta e Sábado (30 e 31 de Maio), enquanto a 6 e 7 de Junho haverá mais dois espectáculos mas ao ar livre na Serra do Pilar e com acesso grátis. Para as noites do Auditório, o bilhete custa 15 euros (10 euros com Passaporte Cultural) e o Passe para o festival completo 25 euros (15 com Passaporte).
O Douro Blues conta, na abertura, com um britânico que gravou os três primeiros discos em 1973 e 1974, entrando então em duas décadas de “hibernação” musical, durante as quais guiou táxis, pintou paredes e fez «dessas coisas que se fazem para ganhar dinheiro». Isto, apesar de ser irmão de um dos músicos mais conhecidos do Mundo, Mick Jagger, vocalista dos Rolling Stones.
Em 1994, Chris Jagger e a sua banda Atcha! voltaram ao estúdio e aos palcos, reiniciando uma carreira que, já em 2007, os levou ao Festival Internacional de Jazz de Montréal. No Douro Blues, a sua actuação é antecedida pelos lisboetas Nobody's Bizness, um sexteto muito ligado às raízes do blues e do jazz, acústico, rural e cru.
A 31 de Maio, o Douro Blues conta com outro vulto do género musical: Shemekia Copeland. Nascida em Harlem, Nova Iorque, é filha do lendário guitarrista de Blues John Clyde Copeland, que não a incentivou somente por ser sua filha mas por lhe reconhecer grande talento. Logo o primeiro disco (1998) foi um grande êxito e abriu-lhe as portas de rádios e televisões e os palcos de diversos festivais. Aos 18 anos, foi comparada a Aretha Franklin, Etta James e Bessie Smith no seu início de carreira. E Robert Plant, dos Led Zepelling, antecipou-a como a próxima Tina Turner.
Shemekia conta entre os seus prémios com uma nomeação para os Grammy’s, tendo actuado com B. B. King e outros.
A primeira parte do seu espectáculo em Gaia cabe ao Budda Power Blues, trio marcadamente influenciado pela Band of Gypsys do lendário Jimi Hendrix, assim como por B. B. King, Stevie Wonder e Ray Charles.
Em Junho, o Douro Blues muda-se para a Serra do Pilar, onde apresenta dois espectáculos de acesso livre nos dias 6 e 7. O primeiro é da banda Albie Donnelly’s Supercharge, fundada em 1974 em Liverpool e considerada das mais importantes do Rhythm’n’Blues de Inglaterra. Chegou, por exemplo, a fazer a primeira parte de um concerto dos Queen, em Hyde Park, e a tocar com Chuck Berry e B. B. King, tendo sido considerada por este último a melhor banda europeia de R&B.
O final está reservado para os Down Home, formação alegadamente espanhola mas que reúne músicos da Catalunha, das Canárias, da Sérvia e da Argentina, com influências musicais diluídas entre swing, boggie, ska e jump blues, e algumas canções dos clássicos Louis Prima e Louis Jordan.
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wazup
Olha que levas um tirinho...
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