Amy Winehouse tinha uma taxa de álcool cinco vezes superior à permitida por lei para conduzir, na altura da sua morte, a 23 Julho de 2011.
O jornal britânico "The Guardian" refere que o inquérito revelou que a cantora foi "envenenada pelo álcool quando ingeriu uma garrafa depois de uma abstinência de três semanas". O mesmo jornal avança que a polícia encontrou no apartamento de Amy Winehouse três garrafas de vodka.
Os médicos acreditam que o álcool poderá ter induzido a cantora em coma alcoólico e posteriormente na sua morte.
Os resultados dos exames toxicológicos revelaram ainda que Amy não tinha consumido drogas ilegais nos dias anteriores à sua morte.
Com 27 anos de idade morre assim um ícone da música britânica.