Estiveram em Portugal para fazer a primeira parte do último concerto dos Portishead. Regressam a solo, com um álbum novo e uma nova filosofia para a música dos balcãs. Imperdível.
Chegou o tempo em que teremos Jeremy Barnes e Heather Trost só para nós. Foi bom conhecê-los a abrir para Portishead – que cartão de visita! –; foi empolgante vê-los em cartaz com Andrew Bird, Wilco, of Montreal e Calexico; foi comovente vê-los trabalhar com Fanfare Ciocarlia e sobretudo com Beirute; mas agora é que a dupla vem a Lisboa mostrar toda a amplitude do seu trabalho. A Hawk and A Hacksaw salta para o topo para apresentar o quinto álbum, Cervantine (ed. L.M. Dupli-cation), e dar conta da prolífera e bela confusão que vai na geografia da música: estes norte-americanos, munidos de acordeão, bateria e violino, nasceram no Próximo Oriente voltados para a Anatólia. As sonoridades balcânicas brotam de tão intrínsecas, desafiam de convulsas, exclamam em alegria, que é quase impossível que este arco cantante se tenha começado a construir em Albuquerque.
| Preços | Locais de Venda |
| Local |
Comentar