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Reportagem East India Youth no MusicBox

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Cartaz Completo no Rock in Rio Lisboa 2014

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Novos Confirmados no Festival Bons Sons 2014

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Beirut no Festival Paredes de Coura 2014

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Palco Vodafone no Rock in Rio Lisboa 2014

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Artigos

Reportagem East India Youth no MusicBox


William Doyle, mentor do projecto East India Youth, foi o mais recente convidado pelo Musicbox, para ser o cabeça-de-cartaz de mais uma noite memorável, como já vem a ser hábito, das Heinken Series.

Doyle, que se encontra em tour pela Europa, fez uma paragem por Lisboa para apresentar o seu mais recente trabalho, o álbum de estreia Total Strife Forever (quiçá um pequeno trocadilho com o segundo álbum dos britânicos Foals), lançado no passado mês de Janeiro.

Inicialmente numa banda indie e cansado do fraco desempenho da mesma, William criou um projecto que junta o melhor que a electrónica experimental tem para oferecer, aliando-a a sonoridades mais dançáveis com um toque de emoção e sentimento.

O resultado esteve à vista, onde se pode constatar que apesar de discreto em palco, Doyle, com o aumento de intensidade das suas criações, entra numa espiral hipnotizante e felizmente, essa energia é projectada para o público, que ao som de “Hinterland” se encontrava focado, imparável  e insaciável.

Mas East India Youth não é só electrónica pesada, tem também uma parte mais emocional e são canções como “Heaven, How Long” ou “Dripping Down” que exibem a vertente lírica de William Doyle.

O músico tomou conta das rédeas e transformou, numa questão de minutos, uma noite que se previa normal e de pouca expectativa  num momento que muito guardarão na memória.

Com isto, mais uma noite Heineken que passou e cada vez mais se aproxima o momento e o dia que todos aguardam: Jon Hopkins a pisar o palco da sala lisboeta no próximo dia 14 de Junho. Até lá resta esperar.


 

Atualizado em 15-04-2014

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Reportagem TOY em Lisboa


Apesar de esta ser a primeira actuação dos TOY num concerto de nome próprio em Portugal, a banda já havia estado presente por duas ocasiões em festivais nacionais no Verão passado. E seja porque se concentra num pequeno espaço uma base leal de fãs (opondo-se à amálgama de gostos e opiniões que se encontra num festival), pela qualidade da acústica ou talvez até pelo nível de conforto que a própria banda experiencia num palco dedicado inteiramente a si, existe uma clara diferença no desempenho de uma banda conforme o recinto onde toca e a actuação dos TOY no Armazém F foi uma história de sucesso.

A abertura da noite ficou nas mãos dos portugueses Keep Razors Sharp, a intitulada super banda composta pelo líder de Sean Riley & The Slowriders (Afonso Rodrigues), o vocalista dos The Poppers (Luís Raimundo), o baterista dos Riding Pânico e o antigo baixista dos Capitão Fantasma (Carlos António ou BB), cuja sonoridade enérgica e explosiva foi extremamente bem recebida por parte da audiência que já começava a encher a sala, ansiando pelo que se seguiria.

Os TOY estrearam-se na capital para apresentar o seu novo álbum, Join the Dots, lançado no fim do ano passado, expressando o seu crescimento não só musical, mas também performativo. Não hesitaram em tocar as favoritas, entre tímidas comunicações, que têm marcado a sua (até agora) breve carreira: “Colours Running Out” e “Dead & Gone” fizeram a honra de abrir o concerto e, simultaneamente, aqueceram a multidão. O público, composto por pessoas de diversas idades, enchia a sala com um claro entusiasmo, dançando ao som de cada música.

Apesar de ter decorrido ao longo de ligeiramente menos do que uma hora e meia, o concerto pareceu ter uma duração rápida devido à intensidade da experiência. O público encontrava-se imerso em cada nota, cada batida, como se de um sonho prolongado se tratasse, mantido por um jogo de luzes que prevenia o foco no conteúdo visual (inclusivamente a própria banda, que se encontrava na penumbra) e redireccionava-o novamente para a música, num ambiente obscuro e surreal.

A excitação era óbvia com a introdução (durante o breve contacto verbal por parte de Tom Dougall, o vocalista e um dos guitarristas - juntamente com Dominic O’Dair) de músicas como “My Heart Skips a Beat” ou até mesmo “Motoring”, mas a cerimónia de encerramento - como poderia apenas ser denominado o momento de regresso à realidade depois de tal concerto - ficou a cargo de “Join the Dots”, o primeiro single do álbum homónimo.

Os pedidos de encore por parte da audiência foram eventualmente abandonados com alguma resistência por parte da mesma, mas as recém-formadas memórias do concerto mantiveram-se firmes para aquecer o regresso a casa numa noite fria, na espera por mais uma oportunidade para rever a banda britânica.


 

Atualizado em 08-04-2014

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Reportagem Boyce Avenue no Coliseu dos Recreios


Na passada sexta-feira, dia 14 de março, o Coliseu de Lisboa voltou a encher-se para receber um dos maiores fenómenos actuais do Youtube, os Boyce Avenue. Uma banda formada em 2004 e que, em 2007, era um simples conjunto de covers da Internet. Anos depois, já esgotava palcos por esse mundo fora. E os portugueses tiveram finalmente a oportunidade de os poder ver ao vivo.

Antes dos Boyce Avenue entrarem em palco, o público lisboeta – maioritariamente composto por jovens entre os 16 e os 20 anos – era entretido pelas performances de Hannah Trigwell e Nick Howard, que não se puderam queixar da falta de apoio de quem os via. Ainda assim, achamos que ter dois artistas de abertura é algo exagerado.

Pouco passava da hora marcada quando a banda formada pelos irmãos Alejandro, Daniel e Fabiano Manzano entrava em palco, para gáudio de todos os jovens presentes.

Aquela que é uma das bandas mais populares do Youtube teve, inicialmente, concerto marcado para o Armazém F, mas rapidamente passou para o Coliseu. Aliás, nem queríamos imaginar tanta gente assim no ex. TMN ao Vivo.

Speed Limit”, o mais recente single da banda, foi o escolhido para dar início ao concerto. Seguiram-se a original “Hear Me Now” e a cover de “Wake Me Up” de Avicii, que se encarregou de despertar (ainda mais) as mais de 4 mil pessoas que ali estavam.

Conhecidos nos quatro cantos do planeta graças, os Boyce Avenue deambularam entre originais e covers, sendo que artistas como Rihanna, Kings of Leon, Taio Cruz, Bruo Mars, entre outros, viram as suas músicas transformadas em canções que transpiravam aquele estilo de música descontraído e baladeiro que os jovens gostam.

Entre agradecimentos ao público – “Vocês são loucos”, disse Alejandro -, elogios – “Que plateia tão sexy” – e referências ao próprio Youtube – “Quem é que daqui nos conhece do Youtube?” -, os Boyce Avenue souberam criar uma forte empatia com o público, sem nunca perder a ligação.

Como é natural, foram as covers a obter mais aplausos. Contudo, temas como “Find Me” - a primeira canção escrita pela banda, e “Briane” – faixa sobre o suicídio da mulher de um amigo – também foram bastante festejados.

No encore, Alejando regressou sozinho para, em formato acústico, dedicar a cantiga “Broken Anel” a uma amiga com problemas de coração. Já com os restantes californianos em palco, a despedida fez-se ao som de “Every Breath”, single de estreia do coletivo.

Depois de, em 2011, terem feito uma tour para promover o segundo álbum “All We Have Left”, os portugueses tiveram de esperar três anos para poderem ver ao vivo a banda que ganhou o sucesso que tem hoje graças à Internet.

O regresso ficou prometido e, nós, não temos quaisquer dúvidas disso.


 

Atualizado em 21-03-2014

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Reportagem Silence 4 em Lisboa


Ano de 2001. Terminava de forma pouco percetível a curta história (apenas dois discos editados) de uma banda de Leiria que inesperadamente se tornou conhecida no final dos anos 90, depois da gravação de uma versão de A little respect, um tema dos Erasure. A partir daí, os Silence 4 transformaram-se rapidamente num fenómeno de sucesso nacional, com um conjunto de canções acústicas e melancólicas, cantadas a duas vozes (David Fonseca e Sofia Lisboa) e quase exclusivamente escritas em inglês. Uma opção polémica mas plenamente assumida, até no nome escolhido para o grupo. Essa opção, que inicialmente constituiu um obstáculo na procura de uma editora, acabaria por vingar de tal forma que David Fonseca não abdicou do idioma anglo-saxónico quando decidiu seguir uma carreira a solo em 2003.

Ano de 2014. A frase “I guess I’ll try again tomorrow” parece ganhar um novo sentido.

Quase catorze anos depois do último concerto, os Silence 4 reuniram-se para uma mini-digressão, que serviu para cumprir um desejo de Sofia Lisboa, após uma luta travada contra a leucemia. Lançaram também Songbook 2014, uma coletânea discográfica que inclui um DVD do célebre concerto realizado em 1998 no ex-Pavilhão Atlântico. Precisamente o local agora escolhido para fazer a despedida, que há anos tinha chegado sem avisar…

Definitivamente, o público parece ter aderido sem reservas ao nostálgico regresso aos palcos de várias bandas portuguesas que marcaram outras gerações: Ornatos Violeta, Sétima Legião, Resistência, Jáfumega, Heróis do Mar… e agora os Silence 4.

Depois de um concerto esgotado em Guimarães, terão sido 18 mil (segundo as próprias contas de David Fonseca) a encher a MEO Arena, sala onde ao longo de quase três horas o quarteto - acompanhado por Paulo Pereira, nas teclas - distribuiu emoções, surpresas e êxitos: dez temas de cada um dos dois álbuns editados, propositadamente tocados na sua forma original, sem quaisquer rearranjos.

Antes da entrada em palco, nos dois ecrãs passam imagens dos retalhos da vida do grupo, que reavivam a memória de um público que surpreendentemente esteve longe de se cingir a maiores de 30 e que terminam com a mensagem “So glad you are here with us”… Estava dado o mote.

Abre-se a cortina vermelha e a banda entra sem poupanças: começam com A little respect e logo à quarta música entregam Borrow, “a música que se tornou muito maior do que nós pensávamos”.

Pouco depois, surge a primeira surpresa da noite. Orgulhosamente apresentado como um dos heróis da banda, Sérgio Godinho junta-se para cantar (um pouco fora de tom, diga-se) “Sextos sentidos”, tema cuja letra é da sua autoria. Quando o escritor de canções sai de cena, faz-se ouvir bem alto o som de um motor e eis que, suspenso, um Ford Capri azul desce dos céus para dar início ao frenético My friends (…and my car, claro está). Em cima da viatura, empunhando um megafone, David Fonseca provoca a maior explosão da noite.  

Segue-se To give e, enquanto vão passando as imagens subaquáticas do respetivo teledisco, David Fonseca canta de forma apropriada “still around after all these years”… Acendem-se os primeiros isqueiros e soltam-se braços no ar.

Após mais três incursões ao segundo álbum, dá-se lugar à emoção com Sofia Lisboa a confessar que julgou que nunca mais cantaria Angel Song. Mas, depois de ter vencido uma luta contra o cancro, ei-la a cantar em causa própria “I want you to know, you’re not dead”. No fim, é abraçada por cada um dos membros da banda ao som de uma imensa chuva de palmas.

Já depois de o cenário ter ficado completo com a entrada de um farol gigante (juntando-se a outros adereços que entretanto já tinham surgido, tais como um conjunto de cadeiras suspensas) surge “Eu não sei dizer” - uma das suas muito raras canções em português e que, por e esse motivo, em tempos fez David Fonseca corar de vergonha perante os restantes membros de uma banda que sempre insistiu na teimosia de cantar em inglês.

Decorrida hora e meia, o primeiro set do concerto termina ao som do violino de Sleepwalking Convict, mas desta vez em modo loop… para dar tempo à segunda surpresa da noite. Numa opção arrojada, o quarteto reaparece minutos depois num pequeno palco circular montado no centro da arena. A ideia seria recuar no tempo e recriar o ambiente intimista da primeira sala de ensaio. Louve-se a ideia, apesar das piores condições acústicas. Começam com Invicible, um original dos Muse que a irmã de Sofia pôs a tocar no computador para superar os tempos mais complicados e que agora é dedicada a quem lhe salvou a vida ao doar a medula. O desafio é exigente e, visivelmente emocionada, Sofia acaba por desafinar… mas de que importa isso, quando no final a sua irmã sobe ao palco e as duas se agarram num abraço sentido?

Ainda na “sala de ensaios”, ouvem-se dois temas que não chegaram a ser incluídos no primeiro álbum, um dos quais curiosamente deu nome ao disco. Terminam com Goodbye Tomorrow e as velas que em tempos costumavam colocar no chão são substituídas pelas luzes de milhares de telemóveis que formam um admirável céu estrelado.

Dobradas duas horas de concerto, voltam ao palco principal para tocar Search me not e Breeders, esta última marcada pela poderosa guitarra-baixo de Rui Costa. O momento seguinte dissipou quaisquer dúvidas de que, mais do que um concerto, aquela noite servia para celebrar a própria vida. David Fonseca anuncia que, com os quatro concertos da Songbook 2014, conseguiram angariar 30 mil euros para a Liga Portuguesa contra o Cancro. A banda entrega ao seu presidente o cheque gigante e permite mesmo que este faça um discurso de sensibilização para a doença.

Na reta final, voltam a tocar as três canções mais orelhudas do cardápio. Borrow, My friends e A little respect são, agora mais do que nunca, comungadas por um cantar coletivo de toda a sala. A banda despede-se mas volta pouco depois, chamada por um ruidoso público. Para o fim estava reservada mais uma canção repetente, aquela que se tornou especial por razões óbvias: Angel Song descarrega mais emoção, Sofia desce do palco para cumprimentar a primeira fila e volta com um cachecol dos Silence 4 ao pescoço.

Consumava-se assim um curto regresso que serviu para reacender a memória (dos presentes e dos que em casa aproveitaram a transmissão radiofónica), antes de se colocar um ponto final na bonita história dos Silence 4. E agora assim, podemos dizer literalmente: silence becomes it.


 

Atualizado em 07-04-2014

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Reportagem 10.000 Russos, Monkey 3, Wooden Shjips, Holocausto Canibal, Exhumed e Toxic Holocaust

É com grande orgulho que o Porto recebeu este especie de mini festival, organizado pelas já acarinhadas promotoras Lovers & Lollypops, Amplificasom e SWR.Inc. Unindo forças, esta primeira quarta-feira de Março certamente ficará nas memórias das muitas almas que apareceram pela baixa do Porto.

O Hard Club foi usado ao máximo, usufruindo das excelentes condições sonoras das duas salas.  Por um lado tínhamos o poderio e fúria dos “grinders” norte americanos Exhumed e Toxic Holocaust, com uma ajudinha dos Holocausto Canibal. E do outro lado do espectro, desenrolava-se um evento com tonalidades totalmente diferentes mas igualmente boas. Monkey 3 e Whooden Shijps que iriam animar a noite para os mais desejosos de tiradas psicadélicas.

Convém referir que houve possibilidade para ambos os espectros se unirem e possibilitarem aos presentes apreciar os dois extremos, ou seja ver todas as bandas, sem grandes sobreposiçoes. O que para os curiosos que se aventuraram foi uma mais valia, é sempre de louvar estes gestos de respeito mútuo, sem dúvida um mote para uma noite memorável. Mas vamos então as bandas.

O inicio foi dado pelos 10.000 Russos, que não tiveram uma plateia que fizesse jus ao seu nome, porem deram um espetáculo hipnotizante para aqueles que já se encontravam presentes e aqueles que iriam chegando aos poucos.

Já na sala 1, o conto era diferente. Subiam ao palco os Holocausto Canibal para abrir as hostes de uma noite de peso. Com uma setlist variada, que engloba muitos dos clássicos temas da já longa carreira da banda, foi um debitar de sons, ora curtos e furiosos, ora mais lentos e extensos. Porém sempre energéticos e muito voláteis.

Do outro lado, já tinhamos os Monkey3 a subir ao palco para o primeiro toque de rock psicadélico da noite, por vezes com algum toque melódico do guitarrista Boris (nome sugestivo) e no entanto sem perder o seu lado de peso cheio de “fuzz”, com passagens de teclado, que faziam os presentes viajar por entre tantas camadas sonoras. Munidos com projeções, que de volta e meia passavam trechos de filmes antigos e surrealistas, percorreram a sua discografia, focando no Beyond the Black Sky, e no seu homônimo Moneky3.

Os norte-americanos Exhumed iriam tomar conta de dar continuidade e mais ênfase a noite de peso na sala principal. Com um novo álbum na bagagem, foi um debitar de grandes malhas do “Necrocracy” e do mais recente split com Iron Reagon. Não esquecendo a clássica The Matter Of Splatter para finalizar a sua atuação, suada, cheia de sangue e cerveja.

Provavelmente um dos grupos mais esperados da noite, os Wooden Shjips de São Francisco, iniciavam a sua trip aos confins das mentes mais arrojadas. Com passagens rítmicas focadas na repetição e criando assim um ambiente de êxtase e quase transe, servindo se também de projeções que iluminavam o palco e todos os presentes, a sala depressa se tornou numa especie de camara oculta que emitia padrões de todas as cores possíveis, ao som e pulsar da música. Apresentando uma boa parte do álbum mais recente “Back to Land”, os Wooden Shjips não deixaram ninguém insatisfeito, dando dois encores para os desejosos de ouvir mais do seu repertório musical.

E para finalizar a noite nada melhor do que uma explosão de agressividade à moda antiga. Com os Toxic Holocaust, liderados pelo carismático Joel Grind.

Foram os autores do maior movimento na sala principal. Desde os primeiros minutos da atuação a sala estava a ferver de energia e o público já mais aconchegado estava ao rubro, berrando as letras com toda a força dos seus pulmões na inicial “Metal Attack” e nas duas músicas seguintes, “Wild Dogs”, “Endless Armageddon” do favorito “An Overdose of Death”.

Sem grandes pausas e interrupções para discursos, o concerto não perdia a sua intensidade enquanto os Toxic Holocaust exploravam a fundo a sua discografia, disparando clássicos atrás de clássicos. Fazendo deliciar os seus fãs, que recebiam a sua estreia em Portugal com um bruto entusiasmo em forma de “mosh” por entre os copos de cerveja vazios no chão.

 “Death Brings Death”, “Agony of the Damned” e “In the Name of Science” foram alguns dos momentos mais altos da noite que passou num instante. Quando o Joel Grind anunciava a última música “Nuke the Cross” o público esse ainda não estava satisfeito nem de perto, o que levou a um encore com a mítica “666” do “Evil Never Dies” e finalmente pondo um ponto final ao concerto, “Bitch”:

Gozando do melhor som da noite e uma excelente resposta por parte da plateia, foi pouco mais de uma hora de total entrega, onde o trio mostrou que o thrash metal está de boa saúde e recomenda-se.

Atualizado em 18-03-2014

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