Não sabia onde postar isto, se tiver aqui mal depois move Pijay
Parece que os Orelha Negra -Sam The Kid, João Gomes (Cool Hipnoise, Cacique97), Fred (Oioai/Buraka Som Sistema) e DJ Cruzfader- querem dar espectáculo para além da música
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ORELHA NEGRA apresentam espectáculo único no SWtmn
VHILS AKA ALEXANDRE FARTO é o convidado especial do Supergrupo Português Embalado pela apresentação do cartaz completo, num evento que fez jus ao slogan “Vens ver ou vens viver?”, o Sudoeste TMN aproxima-se a passos largos.
O maior festival do Verão, dedicou sempre um grande espaço da sua programação aos projectos portugueses mais relevantes de cada momento. E os artistas portugueses têm correspondido em toda a linha, criando espectáculos únicos com vista a oferecer uma experiência irrepetível aos festivaleiros que se deslocam à Herdade da Casa Branca. Em 2005, os Humanos presentearam-nos com um concerto único, em 2006 Os Revistados fizeram o mesmo para apresentar o álbum de versões de grandes clássicos dos GNR, em 2008 os Xutos & Pontapés apresentaram-se com a Rock N’ Roll Big Band e em 2009, os Deolinda deram um concerto muito especial com produção especificamente dedicada àquele momento. Estes são apenas alguns dos imensos exemplos que se podem enumerar.
Em 2010 é a vez dos Orelha Negra apresentarem um concerto diferente. Mais que um espectáculo, em linha com o slogan da edição deste ano do festival “VENS VER OU VENS VIVER”, promete ser uma experiência. A trupe de Sam The Kid, João Gomes (Cool Hipnoise, Cacique97), Fred (Oioai/Buraka Som Sistema) e DJ Cruzfader faz-se acompanhar de Vhils, jovem talento da street art, com uma instalação montada no próprio dia, apenas para este espectáculo. Esta criação é mais do que um simples complemento cénico, podendo quase ser considerada como o ‘quinto elemento’ da banda. Vhils aka Alexandre Farto divide-se entre Lisboa e Londres, locais onde vive e trabalha. Em 2008, quando participou no Cans Festival, organiz ado por Bansky, ao lado de nomes sonantes do street art- a imprensa britânica apontou o artista português como a grande revelação do evento. O site Hubpages escreveu: “Vhils roubou o show e elevou a fasquia para outro nível”. Também o London Times teceu rasgados elogios ao trabalho do português. Depois da exposição, Vhils foi convidado a ocupar um espaço nas galerias de Steve Lazarides, nome que representa o próprio Bansky, entre outros nomes desta zona artística como Blu, JR etc. A obra de Vhils faz questão de experimentar a diferença e testar limites, algo que combina na perfeição com a obra musical dos Orelha Negra, que Rui Miguel Abreu, especialista em hip hop e música negra em geral, já referiu como serem “cruciais” no panorama da música nacional. A promessa está feita: destruir convenções para construir um experiência única!"