Fizeram em tempos parte de um rancho folclórico, mas cedo foram expulsos por terem tentado introduzir sintetizadores e cavaquinhos eléctricos na secção instrumental. Hoje em dia, death lollypop punk rock'n'roll é como definem o que fazem e na bagagem contam, numa edição própria, com dois CDs e um single.
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Depois de se darem a conhecer ao mundo, a partir da Islândia, com o primeiro álbum “Sticky Situation”, de 2007, estão agora em Lisboa, para apresentar o mais recente trabalho “Dry Land”, lançado em Dezembro de 2009, considerado um dos melhores discos do ano na sua terra mãe.
Os Bloodgroup tornaram-se num caso de sucesso no país natal, tendo sido alvo das melhores críticas. De “Stick Situation” a “Dry Land” tornaram-se num projecto de respeito que eleva a fasquia da música electrónica, dando-lhe um selo de qualidade e distinção.
Habituados aos palcos, já marcaram presença em festivais internacionais como SXSW em Austin, Texas, NXNE em Toronto, Canada, Festival Roskilde na Dinamarca, CMJ em Nova Iorque, Eurosonic, Holanda e Iceland Airwaves, na Islândia.
É um espectáculo intenso, com melodias “catchy”, batidas poderosas e contagiantes, num espectáculo dominado pelo electro, pop, indie, com referências aos The XX ou La Roux
Para os presentes poderão tambem contar com DJ Hate Kudson e com a dupla BIZT&FLAKE a abrir as hostes.
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O Centro Cultural Vila Flor recebe os Linda Martini a 22 de Janeiro.
O Preço dos bilhetes é de 6€ .
]]>Grupo de Rap do Porto e conhecidos representantes da Zona da Lapa, têm já uma longa história no circuito nacional de Hip-Hop pelas participações e trabalhos que têm vindo a desenvolver ao longo dos anos.
Os Mc’s Porte, Birro, Boinas, Mantas e Dj Score formam assim este grupo de características únicas e bem marcadas, tanto pelo sotaque nortenho como pela fala tão carismática que os torna inconfundíveis aos ouvidos de quem os ouve e segue.
Em 2010 os GB apresentam-nos assim o seu primeiro trabalho de originais que já há muito se aguardava.
"O Seu a Seu Dono" é o culminar da caminhada que os cinco fizeram desde as suas primeiras rimas até à data de hoje, dez anos de história se encerram neste disco. Misturado por Mundo e masterizado por Ex-Peão, conta com a participação destes também a nível vocal e ainda com a de outros como Dj Tombo, D.One, Poeta de Rua, Ace e Rey.
"O Seu a Seu Dono" representa a chegada do reconhecimento, do amadurecimento e do tempo a seu tempo.
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Festival de referência no panorama musical nacional, o Termómetro comemora em 2011 a 16ª edição que, pelo terceiro ano consecutivo, acolhe também projectos provenientes da Europa. São 25 bandas que, em 5 eliminatórias, procuram o seu lugar no pódio.
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Harpista, pianista, cantora e compositora, Joanna Newsom é uma das mais talentosas artistas da nova geração e vem a Portugal apresentar o novo álbum, Have one on Me, editado em Fevereiro deste ano. A norte-americana sobe ao palco da Casa da Música dia 24 de Janeiro e actua no CCB dia 26 de Janeiro. A primeira parte dos dois concertos vai ficar a cargo do escocês Alasdair Roberts.
Natural da Califórnia, Joanna Newsom editou em 2004 o primeiro longa-duração, The Milk-Eyed Mender. Apoiado na recepção muito positiva da crítica especializada, o disco vendeu mais de 200 mil cópias, só nos Estados Unidos, e levou a artista em digressão com Devendra Banhart e Vetiver.
A exposição alcançada com o primeiro álbum criou muita expectativa para o segundo disco e Joanna Newsom não desiludiu, bem pelo contrário. Ys, editado em Novembro de 2006 com mistura de Jim O'Rourke (ex-Sonic Youth), foi considerado pela prestigiada Time com um dos 10 melhores de 2006.
Mantendo o carácter arrojado da sua obra, Joanna Newsom editou este ano o terceiro álbum, Have one on Me - um disco triplo, que é considerado desde já como um dos melhores do ano, com a Uncut, a Mojo e o Los Angels Time a atribuírem-lhe nota máxima.
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Os rockers britânicos Feeder actuam ao vivo no Hard Club dia 25 de Janeiro de 2011. O concerto serve de apresentação ao novo álbum da banda, Renegades, editado em Julho deste ano.
Com uma já longa carreira, que remonta a 1991, os Feeder juntaram-se em Newport, no País de Gales, e editaram o primeiro disco de originais, Polythene, em 1997. O álbum foi muito bem recebido pela crítica especializada e aumentou de imediato a notoriedade da banda.
Os álbuns foram-se sucedendo sempre com enorme sucesso, garantindo aos Feeder sete entradas para o top 20 no Reino Unido. Nomeados para os Brit Awards, os Feeder já levaram para casa dois galardões atribuídos pela Kerrang: "Melhor Banda Britânica ao Vivo" em 2001 e "Melhor Banda Britânica" em 2003.
O mais recente longa-duração, Renegades, foi lançado pela própria editora da banda, Big Teeth Music. Dia 25 de Janeiro de 2011 apresentam o álbum no Hard Club no Porto, num concerto há muito aguardado pelos fãs portugueses.
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O Projecto Marginal está ao leme do propósito e quer promover affairs entre o público e os convidados semanais (a vertigem da paixão – o melhor lugar onde murar, sabemos há anos já – tem responsabilidades nisto). As mulheres comandam as operações – nos discos, nos vídeos, à entrada. As que vêm de fora têm privilégios de ingresso. A faceta vintage destas noites estará nas colunas: entre os anos 1970 e 1990, sobretudo, serão as raízes do rock'n'roll, a new wave, os Blues, o funk, o reggae e a electrónica a tomarem conta do clube. A DJ residente será missWonder, que contará com quatro VJ femininas. Há ainda a esperar destas noites, ao longo das semanas, uma VideoJukebox, discos pedidos e uma cabine de dança. De resto, a diversão será obrigatória.
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Harpista, pianista, cantora e compositora, Joanna Newsom é uma das mais talentosas artistas da nova geração e vem a Portugal apresentar o novo álbum, Have one on Me, editado em Fevereiro deste ano. A norte-americana sobe ao palco da Casa da Música dia 24 de Janeiro e actua no CCB dia 26 de Janeiro. A primeira parte dos dois concertos vai ficar a cargo do escocês Alasdair Roberts.
Natural da Califórnia, Joanna Newsom editou em 2004 o primeiro longa-duração, The Milk-Eyed Mender. Apoiado na recepção muito positiva da crítica especializada, o disco vendeu mais de 200 mil cópias, só nos Estados Unidos, e levou a artista em digressão com Devendra Banhart e Vetiver.
A exposição alcançada com o primeiro álbum criou muita expectativa para o segundo disco e Joanna Newsom não desiludiu, bem pelo contrário. Ys, editado em Novembro de 2006 com mistura de Jim O'Rourke (ex-Sonic Youth), foi considerado pela prestigiada Time com um dos 10 melhores de 2006.
Mantendo o carácter arrojado da sua obra, Joanna Newsom editou este ano o terceiro álbum, Have one on Me - um disco triplo, que é considerado desde já como um dos melhores do ano, com a Uncut, a Mojo e o Los Angels Time a atribuírem-lhe nota máxima.
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Fantastic Mr Fox é apontado como um dos grandes nomes da música electrónica para 2011.
Harvard está no centro das atenções, com o cinema a projectar a «ideia do século», a rede social azul que saiu do clube dos clubes. Enquanto todos olham para esse lado do planeta, o Outono e o Inverno passados produziram na Universidade de Manchester um outro achado, que também está agora nas salas: Fantastic Mr Fox. O jovem produtor britânico compôs um EP que lhe abriu primeiro as portas da noite e, sem tardar, o colocou a abrir espectáculos para The xx (e Björk). Sketches é um ensaio inaugural, que tem no alinhamento temas que cruzam a emotividade com um beat certeiro. Um pouco à maneira do artista gráfico holandês MC Escher, Fantastic Mr Fox consegue criar um ambiente ambíguo mas harmonioso, que reconhece a metáfora descendente que liga no ânimo as estações frias do ano e a transforma numa inesperada subida. O melhor, diz ele, ainda está por vir.
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Os One Big Mob, formados em 2008 reportando ao rock das décadas de 80 e 90, dão corpo, mais do que à música, à expressão teatral, encenação e coreografia. Assumindo como referências nomes como Peter Murphy, Rage Against the Machine, The Cult, apresentam o espectáculo «Máfia»
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Uma viagem pelo mundo instrumental de beatmaking com sonoridades passando pelo Hiphop, breakbeat, dubstep e afrobeat.
Ao mundo dentro de uma caixa dá-se o nome The Return of the Beat Makers que sobe a canchela da editora Footmovin aproveita a oportunidade para apresentar o novo disco de SP “P Deville”. Uma dimensão reinada por kits electrónicos, BPMs diabólicos, Beatbox futurista e Freestyles únicos acompanhados de frequências desconhecidas ao ouvido humano.
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A banda lisboeta Uni_Form apresenta, este sábado, o seu mais recente disco "Mirrors".
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